Técnicos da Sepaz conhecem programas paulistas de acolhimento a dependentes químicos

Visita tem por objetivo a troca de experiências em iniciativas bem sucedidas

quinta, 27 de novembro de 2014 às 00h00

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Jackson Santos

Os técnicos do programa Família Viva, Danilo Della Justina e Joelma Nunes, psicólogos da Secretaria de Estado da Promoção da Paz (Sepaz), realizam, nesta quinta (27) e sexta-feira (28), visita técnica ao Programa Recomeço Família e ao Centro de Referencia de Álcool, Tabaco e outras Drogas (Cratod), desenvolvidos na cidade de São Paulo.

A visita tem por objetivo a realização de intercâmbio e a troca de experiências bem sucedidas no acompanhamento e tratamento de dependentes químicos, bem como nos serviços de atenção aos familiares destes dependentes.

Os programas da capital paulista são semelhantes ao Família Viva e ao Centro de Acolhimento para Pessoas com Dependência Química, coordenados em Alagoas pela Sepaz. “O intercambio de experiências que as visitas técnicas nos proporcionam nos ajudam a solidificar as ações que desenvolvemos em nosso Estado, uma vez que a Sepaz é a pasta responsável por promover, regular e articular as políticas públicas sobre drogas em Alagoas,” comentou o superintendente de Políticas sobre Drogas, Luan Gama.


Sobre o Família Viva

O Programa Família Viva proporciona assistência profissional aos familiares dos dependentes químicos atendidos no projeto Acolhe Alagoas. Com uma equipe composta por psicólogos, o programa oferece grupos terapêuticos, palestras psicoeducativas e sessões de terapia breve para as famílias e os dependentes.
Os encontros ocorrem na sede do Centro de Acolhimento, na avenida Tomás Espíndola, no bairro do Farol, em Maceió, e em vários horários para facilitar a participação.

Às terças-feiras (das 19h às 21h), às quartas-feiras (das 15h às 17h) e quintas-feiras (das 9h ás 11h). Já às segundas-feiras, das 19h às 21h, as reuniões são direcionadas aos pós-acolhidos que estão em processo de reinserção social, ou seja, àquelas pessoas que já passaram por alguma das comunidades acolhedoras e concluíram o processo terapêutico.


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