Seprev e Cedca promovem capacitação para conselheiros tutelares
Evento teve como foco capacitá-los para alimentação do Sistema de Informações para a Infância e Adolescência
sexta, 14 de fevereiro de 2020 às 00h00
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A Secretaria de Estado de Prevenção à Violência e o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca) deram início, nesta quinta-feira (13), a uma oficina destinada aos conselheiros tutelares sobre o Sistema de Informações para a Infância e Adolescência Módulo Conselho Tutelar (SIPIA CT).
A primeira parte da capacitação, que ocorreu na manhã desta quinta-feira (13) no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil - seccional Alagoas, foi ministrada pelo coordenador nacional do Sipia - CT do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Antônio Cláudio Lima.
Com expressiva participação de mais de 500 conselheiros tutelares de Maceió e do interior de Alagoas, a superintendente da Criança e do Adolescente, Samyla Gouveia, destacou a importância do evento para a garantia dos direitos da criança e dos adolescentes.
“As pessoas que estão aqui são responsáveis por alimentar o Sipia com as informações que podem contribuir para a execução, por exemplo, de políticas públicas voltadas para a garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes. Então, é essencial que todos possam entender a relevância do sistema e saber como utilizá-lo da melhor forma possível”, explicou Samylla.
A presidente do Cedca, a defensora pública Taiana Melo, explicou sobre a importância da ferramenta utilizada no cotidiano dos conselheiros tutelares.
“O Sipia é um sistema informatizado para integrar toda a rede de proteção à infância. Não só os conselheiros, mas todas as pessoas que operam a rede têm à sua disposição uma espécie de mapa das violações em todo o estado. Quando você tem conhecimento de muitas violações em um determinado lugar, ali é o local que a política pública deve atuar para sanar aquela deficiência”, pontuou a presidente.
A capacitação, que segue até esta sexta-feira (14), tem o apoio do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), da Ordem dos Advogados do Brasil e do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.