Reunião de trabalho discute alinhamento e monitoramento do plano “Crack é possível Vencer”

sexta, 11 de abril de 2014 às 00h00

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Técnicos do Governo de Alagoas que integram o Comitê Gestor Estadual do Plano “Crack é Possível Vencer” reuniram-se nesta quinta-feira (10), na sede da Secretaria de Estado da Promoção da Paz (Sepaz), para alinhamento, implementação e monitoramento das ações do programa no Estado. Estiveram presentes técnicos das Secretarias de Estado da Promoção da Paz, da Saúde, da Defesa Social, da Educação e da Assistência e Desenvolvimento Social, recebidos pelo titular da Sepaz, Adalberon Sá Junior.

 

Adalberon, que gere o Comitê Gestor Estadual, destacou a necessidade de redefinir as pactuações para alcançar maior celeridade ao atendimento das demandas. “Precisamos redefinir algumas pactuações para estabelecermos um fluxo de atendimento ao público. O comitê gestor é um canal de comunicação entre gestores, técnicos e a sociedade civil”.  

 

Os municípios de Maceió e Arapiraca também aderiram ao plano nacional, ao lado do Estado, com o objetivo de promover integral atenção ao usuário de crack, trabalhar na prevenção ao primeiro envolvimento com drogas e enfrentar o tráfico de drogas e as organizações criminosas.

 

Para entender

 

O plano “Crack, é possível vencer” foi lançado no final de 2011 pelo governo federal com o objetivo de ampliar o serviço de tratamento e atenção aos usuários e seus familiares, reduzir a oferta de drogas ilícitas e promover ações de educação, informação e capacitação. 

 

Até o final de 2014, Alagoas devera receber R$ 37 milhões, dividido nas áreas de Saúde, para aumentar a oferta de tratamento e atenção aos usuários de drogas; de Segurança Pública, para enfrentar o tráfico e as organizações criminosas, e de prevenção, para capacitar profissionais que trabalham com o tema.

 

 

As ações estão estruturadas em três eixos: cuidado, autoridade e prevenção. O programa Crack, é Possível Vencer conta com a atuação direta dos ministérios da Justiça, da Saúde e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, além da Casa Civil, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e a sociedade civil. 


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