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05/03/2021 - 11h39m

Governo de AL assina novos contratos com comunidades acolhedoras de dependentes químicos

Ao todo, são 750 vagas ofertadas de forma gratuita para tratamento da dependência química

Governo de AL assina novos contratos com comunidades acolhedoras de dependentes químicos

 

O Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado de Prevenção à Violência (Seprev), assinou, nesta sexta-feira (26), contratos com 35 comunidades acolhedoras credenciadas à Rede Acolhe para dar continuidade ao serviço de acolhimento e recuperação de dependentes químicos.

Ao todo, serão ofertadas pelo Estado 750 vagas em 35 comunidades terapêuticas da capital e do interior do estado para o atendimento a pessoas com transtornos decorrentes do uso abusivo de álcool e outras drogas em situação de vulnerabilidade social. As vagas contemplam homens, mulheres e adolescentes a partir dos 12 anos de idades que tenham desejo de superar esta situação.

A titular da Seprev, Esvalda Bitencourt, explica que a renovação do termo de colaboração com as comunidades terapêuticas representa uma grande vitória para os dependentes químicos de Alagoas que desejam a recuperação. Ela ressalta que este ano mais duas instituições foram incluídas e passam a contribuir com a Rede Acolhe nesse trabalho.

“Com as comunidades nós temos como encaminhar os dependentes químicos que chegam em um dos nossos centros ou através do programa Anjos da Paz. Lá, o dependente passa por um tratamento de excelência com acompanhamento psicossocial, espiritualidade, esporte, cultura, todos os meios para elevar sua autoestima e conduzi-lo a dias melhores. Tudo isso com o apoio do Governo de Alagoas”, afirmou.

Para o presidente da comunidade arapiraquence Caminho da Paz, Aparecido Soares, o ingresso na Rede Acolhe marca o fortalecimento do trabalho desenvolvido no município. “A dependência química é uma luta diária e nossa meta é resgatar essas vidas completamente, possibilitando seu retorno à sociedade e ao seio familiar de forma plena. Com a assinatura de hoje demos o primeiro passo para cumprir a nossa missão”, disse.

Os contratos firmados nesta sexta-feira têm validade de um ano e as vagas serão financiadas através do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep). Para receber os recursos, as entidades terapêuticas deverão seguir os critérios exigidos pelo edital de credenciamento, lançado em 2020.

O controle das vagas e dos recursos acontece por meio do registro biométrico dos acolhidos, uma inovação implantada por Alagoas que hoje é referência para o país.

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