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18/11/2014 - 19h06m

Sepaz discute drogas e adolescentes com Conselhos Tutelares de todo estado

Palestra integrou Assembleia Estadual dos Conselhos e reforçou trabalho em conjunto no atendimento a jovens dependentes químicos

Sepaz discute drogas e adolescentes com Conselhos Tutelares de todo estado

No evento também foram distribuídas cartilhas sobre o Acolhe Alagoas

Mariana Lima

A Secretaria de Estado de Promoção da Paz (Sepaz) integrou as discussões da 52ª Assembleia Plenária Estadual do Fórum dos Conselhos Tutelares de Alagoas nesta terça (18), em São Miguel dos Milagres. Convidada a apresentar a política de combate às drogas no estado, a Sepaz entregou uma cartilha informativa sobre o Acolhe Alagoas e recebeu o retorno da parceria com os conselheiros no atendimento de adolescentes dependentes químicos.

Falando para aproximadamente 300 conselheiros de várias partes do estado no Ginásio de Esportes da cidade, o titular da Sepaz, Adalberon Sá Júnior, abordou as ações voltadas especialmente para crianças e adolescentes, apontando para a necessidade constante da prevenção às drogas e o perigo do uso de drogas lícitas (álcool e cigarro).

“Incentivo os conselheiros a assumir o papel de protagonistas na prevenção às drogas ao fiscalizar a proibição da venda de bebidas alcoólicas para menores de idade. Não tenho dúvida que a realidade que vivemos poderá ser mudada por meio de órgãos que atuam na prevenção à violência, como os Conselhos Tutelares”, defendeu Adalberon.

Trabalho em parceria

Muitos conselheiros se manifestaram para agradecer o pronto atendimento da Sepaz e dos Anjos da Paz no acolhimento de pessoas em vários municípios de Alagoas.

“Em Alagoas temos duas fases, que é antes e depois da Sepaz e desse projeto de acolhimento, porque a maioria das pessoas que chegavam aos Conselhos Tutelares desesperadas em busca de ajuda eram os pais de adolescentes envolvidos com drogas que não tinham condições de pagar o tratamento em uma clínica. Gostaríamos, apenas, de vagas voltadas para crianças, pois estamos identificando casos desse tipo”, explicou José Edmilson de Souza, presidente do Fórum Estadual de Conselhos Tutelares.

O secretário explicou que a idade mínima de 12 anos de idade para o Acolhe Alagoas obedece diretrizes federais, entre elas o Estatuto da Criança e do Adolescentes, mas que o aumento de vagas para adolescentes pode ser efetuado no próximo credenciamento de comunidades acolhedoras.

Cartilha Acolhe Alagoas

Abordando o tema acolhimento de jovens em dependência química, o secretário Adalberon entregou a cada um dos conselheiros tutelares presentes uma cartilha que detalha todo o funcionamento do Acolhe Alagoas: a triagem, comunidades acolhedoras, programa terapêutico do Acolhe e os demais equipamentos da rede de atendimento a dependentes químicos e suas famílias, incluindo endereços e contato.

“Hoje Alagoas tem uma rede de acolhimento que pode ofertar o serviço de maneira voluntária e gratuita, mas o grande equipamento de atendimento são vocês, conselheiros, que estão na ponta, identificando e encaminhando aqueles jovens e famílias que precisam de ajuda”, disse Adalberon.

Os conselheiros tutelares agradeceram a ajuda ao trabalho que a cartilha vai promover. “Além de ter sido um ótimo conteúdo repassado sobre os esforços contra as drogas, essa cartilha é um ótimo material informativo”, destacou  José Edmilson.

 

Ações do documento

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