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05/12/2014 - 16h52m

Pesquisa revela: 39% dos dependentes que passam pelo Acolhe Alagoas deixam de usar drogas

Número é considerado alto e reflete consolidação do projeto coordenado pela Sepaz

Pesquisa revela: 39% dos dependentes que passam pelo Acolhe Alagoas deixam de usar drogas

II Seminário Interno Cenfap realizado em Maceió (Foto: Ascom Sepaz)

Ascom Sepaz

Trinta e nove por cento dos jovens que passaram pelo processo de acolhimento nas comunidades ligadas ao projeto Acolhe Alagoas, coordenado pela Secretaria de Estado da Promoção da Paz (Sepaz), não voltam a usar drogas.


Esse é um dos dados revelados em pesquisas realizadas pelo Centro de Educação Profissional e Superior Santa Maria Madalena (Cenfap) que, em parceria com a Sepaz, realiza o monitoramento e assessoramento das comunidades e a capacitação de seus gestores.


O índice de 39% dos jovens que deixam de usar drogas após passar pelo processo terapêutico nas comunidades é considerado elevado e revela a consolidação do projeto Acolhe Alagoas.


As pesquisas realizadas pelo Cenfap também indicam que 77% das famílias são participativas do processo de recuperação. Os números foram revelados nesta sexta-feira (5), durante o II Seminário Interno Cenfap/Sepaz, realizado em Maceió.


“Em qualquer processo terapêutico, a gente sabe que os números acima de 30% são considerados excelentes em qualquer lugar do Brasil e do mundo”, avaliou o superintendente de Políticas sobre Drogas da Sepaz, o psicólogo Luan Gama.


Para o secretário da Sepaz, Adalberon Sá Júnior, os números reforçam algumas percepções que os próprios técnicos e gestores da pasta já tinham e indicam, por meio de um olhar externo, quais itens precisam ser aperfeiçoados. “Como o Acolhe Alagoas é uma política pública nova no Governo do Estado, é preciso que ele seja monitorado para que possa se consolidar cada vez mais”, pontou o gestor.


Segundo ele, o conjunto de dados mostrados pelo Cenfap será útil para o aperfeiçoamento na elaboração dos instrumentos de gestão do projeto bem como dos mecanismos de controle. “Também compreendemos que temos que olhar mais para a reinserção social do dependente que passou pelo processo de acolhimento. Nosso papel não termina quando o acolhido deixa a comunidade”, emendou Adalberon.


Os dados indicam o perfil dos acolhidos, como idade, origem, religião, local de moradia (se nas ruas ou na casa de familiares), tipos de drogas que já consumiram, frequência de consumo antes de aceitarem o acolhimento e sintomas após o uso. As pesquisas também traçam um perfil das próprias comunidades acolhedoras.


Durante o Seminário, a diretora acadêmica do Cenfap, Idabel Nascimento Silva, explicou que o monitoramento permitiu a incorporação de novas atividades no programa terapêutico das comunidades, que puderam ser vistas na Mostra de Artes e nos eventos esportivos, realizados em Maceió, com o engajamento dos acolhidos.

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